O que faz um técnico em indigenismo?
O técnico em indigenismo executa a política da Funai no cargo de nível médio da Lei 14.875/2024, carreira distinta do especialista e do agente indígena de saúde. A rotina muda conforme o setor, a organização e a experiência profissional.
- Planejar, executar e registrar atividade de indigenismo no campo e na sede da Funai.
- Coletar e tratar dado especializado sem assumir o cargo de Especialista em Indigenismo.
- Apoiar a proteção dos direitos do art. 231 da Constituição, sem o ofício do agente indígena de saúde 5151-25.
Onde pode trabalhar?
- Sede e unidades descentralizadas da Funai
- Coordenações regionais e frentes de proteção
- Órgãos federais com exercício descentralizado previsto na Lei 14.875/2024
- Postos que não confundem este cargo com o agente indígena de saúde
Quanto ganha um técnico em indigenismo?
Técnico em indigenismo é carreira da Funai e de órgãos indigenistas, com tabela estatutária. Agente indígena de saúde (5151-25) mede outro ofício e foi descartado.
Como começar nesse caminho?
A Lei 14.875/2024 criou a carreira de Técnico em Indigenismo na Funai, fundada pela Lei 5.371/1967. O art. 12, II, pede certificado de ensino médio; o art. 11 condiciona a investidura a concurso de provas ou de provas e títulos. A graduação em Ciências Sociais deste catálogo aprofunda antropologia e sociologia, sem ser requisito do cargo. Especialista em Indigenismo é o nível superior da mesma lei. Agente indígena de saúde (5151-25) mede outro ofício e foi descartado. O Estatuto do Índio (Lei 6.001/1973) e o art. 231 da Constituição cercam a política que o servidor executa. O vínculo é o da Lei 8.112/1990.
O ingresso é concurso público para o cargo de Técnico em Indigenismo, com ensino médio, nos termos dos arts. 11 e 12 da Lei 14.875/2024. A lotação é na Funai, com possível exercício descentralizado. Especialista em Indigenismo pede graduação. Agente indígena de saúde 5151-25 não abre esta carreira. Diploma isolado de Ciências Sociais não substitui o certame.
Perguntas frequentes sobre técnico em indigenismo
O que faz um técnico em indigenismo?
O técnico em indigenismo planeja, executa e registra atividade de campo e de sede na política da Funai. A Lei 14.875/2024 criou esse cargo de nível médio e descreve coleta e tratamento de dado especializado. A Funai foi autorizada pela Lei 5.371/1967. O art. 231 da Constituição e a Lei 6.001/1973 cercam os direitos que o servidor apoia. Especialista em Indigenismo é o nível superior. Agente indígena de saúde (5151-25) mede outro ofício e foi descartado.
Quanto ganha um técnico em indigenismo?
A remuneração do técnico em indigenismo é tabela estatutária da Lei 14.875/2024 e da Lei 8.112/1990, não média nacional de CLT. A série de carteira ignora o título. Agente indígena de saúde (5151-25) mede outro ofício e foi descartado. Especialista em Indigenismo ocupa o nível superior da mesma carreira. A ficha estatutária fica sem média CLT e recusa qualquer cifra de saúde indígena como se descrevesse este cargo da Funai.
Precisa de faculdade para ser técnico em indigenismo?
Não: o art. 12, II, da Lei 14.875/2024 pede ensino médio ou habilitação equivalente, mais aprovação no concurso do art. 11. A graduação em Ciências Sociais deste catálogo aprofunda o repertório, sem substituir o certame. Especialista em Indigenismo é que pede diploma superior. A Lei 5.371/1967 e a Lei 8.112/1990 organizam o órgão e o vínculo; faculdade isolada não nomeia o servidor.
Quais são as áreas de atuação de um técnico em indigenismo?
Os postos ficam na sede da Funai, em coordenação regional, frente de proteção e órgão federal com exercício descentralizado da Lei 14.875/2024. O objeto é execução e apoio da política indigenista, nos limites do art. 231 da Constituição e da Lei 6.001/1973. Atenção básica em aldeia cabe ao agente indígena de saúde 5151-25, descartado. Formulação de nível superior cabe ao Especialista em Indigenismo.
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Fontes consultadas
As referências abaixo sustentam formação, regulamentação e, quando houver, remuneração desta ficha. Números salariais só aparecem com ocupação e fonte identificadas.
Conteúdo editorial: Equipe Bolsas de Estudos Fácil · 10/10/2026.