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Humanas · GUIA DA PROFISSÃO

Repórter: conheça a profissão e seus caminhos.

O repórter apura e narra fatos de interesse público, buscando informações, checando versões e transformando o material em notícia.

NO DIA A DIA

O que faz um repórter?

O repórter apura e narra fatos de interesse público, buscando informações, checando versões e transformando o material em notícia. A rotina muda conforme o setor, a organização e a experiência profissional.

  • Levantar pautas, procurar fontes e checar informações antes de publicar.
  • Entrevistar, registrar e organizar o material apurado.
  • Escrever ou gravar a matéria dentro do prazo e do formato do veículo.

Onde pode trabalhar?

  • Jornais, revistas e portais
  • Rádio, televisão e produtoras
  • Assessorias de imprensa e comunicação corporativa
  • Veículos independentes e produção autoral
REMUNERAÇÃO COM CONTEXTO

Quanto ganha um repórter?

Salário base médio mensal · Brasil · CLTR$ 4.304,93Jornada média de 35 horas semanais · CBO 2611-35

Referência de últimos 12 meses, atualizado em outubro de 2026, com 1.669 profissionais na amostra. São empregos formais com diferentes níveis de experiência: essa média não é salário inicial nem renda garantida.

Referência de salário-base mensal CLT no Brasil para Repórter de Web (CBO 2611-35), sem adicionais, segundo registros do Novo CAGED. A ocupação medida na fonte é "Repórter de Web", variação de Repórter — o valor não representa todas as funções da área. Jornada, especialidade, localidade e vínculo podem alterar a remuneração.

Consultar fonte e metodologia no Portal Salário ↗

Dados consultados em 10/10/2026. Valores brutos, sem benefícios e adicionais.
DA CURIOSIDADE À FORMAÇÃO

Como começar nesse caminho?

A graduação em Jornalismo dá base em apuração, redação e ética, com prática em laboratórios e veículos-escola. Estágio em redação é o caminho mais comum de entrada no mercado.

O diploma de Jornalismo deixou de ser exigência legal para o exercício, mas segue como formação mais comum e critério de muitas redações. O repórter de redação generalista se rege pelo Decreto nº 83.284/1979, com registro na unidade regional do Ministério do Trabalho e seleção por portfólio de matérias publicadas.

PERGUNTAS FREQUENTES

Perguntas frequentes sobre repórter

O que faz um repórter?

O repórter vai ao local do fato, ouve as pessoas envolvidas e reúne documentos para apurar o que aconteceu antes de escrever ou gravar a matéria. Ele confere cada informação com mais de uma fonte, organiza os depoimentos e fecha o texto no prazo e no formato do veículo, seja impresso, portal, rádio ou televisão. A rotina tem pauta diária, deslocamento para coberturas, plantões e ajustes pedidos pela edição.

Quanto ganha um repórter?

O que um repórter recebe muda conforme o veículo, a região, a especialidade coberta e o tipo de contrato. Em redação, quem tem registro em carteira recebe o salário contratado mais os adicionais previstos na lei, e a CLT reserva ao jornalista uma jornada especial de 5 horas, extensível a 7 mediante acordo escrito (Seção XI, artigos 302 a 316). Já o profissional autônomo ou contratado como pessoa jurídica negocia valor por matéria, diária ou projeto, sem renda mensal garantida. A CBO descreve a ocupação em variações como Repórter de Web, sob o código 2611-35.

Precisa de faculdade para ser repórter?

Para ser repórter, não é preciso diploma de Jornalismo nem registro no Ministério do Trabalho, segundo decisão do Supremo Tribunal Federal no Recurso Extraordinário 511.961, de 2009. A profissão continua regulamentada pelo Decreto nº 83.284/1979, que trata do registro do jornalista perante a unidade regional do Ministério do Trabalho. Depois da decisão do STF, o Parecer CONJUR/MTE nº 485/2009 orientou manter esse registro sem exigir o diploma. Na prática, porém, redações, agências e concursos seguem selecionando quem tem formação em Jornalismo e portfólio de matérias publicadas.

Quais são as áreas de atuação de um repórter?

A atuação do repórter se organiza por editoria: cidade, política, economia, esportes, cultura, ciência ou segurança pública, em redações de jornal, rádio, TV e portal, além de agências de notícias. Há quem se dedique à reportagem investigativa, cruzando documentos e bases de dados públicos, e quem trabalhe como setorista, acompanhando um tema fixo por anos. Fora da redação, a função aparece em agências de checagem, produtoras, veículos independentes e iniciativas de comunicação comunitária. Quem prefere autonomia vende matérias a mais de um veículo, sem vínculo fixo com nenhuma redação.

Cursos para conhecer melhor

Compare o conteúdo, a duração e as possibilidades de atuação de cada formação. Nas páginas dos cursos, você pode solicitar orientação sobre bolsas em faculdades parceiras.

Outras profissões para explorar

Fontes consultadas

As referências abaixo sustentam formação, regulamentação e, quando houver, remuneração desta ficha. Números salariais só aparecem com ocupação e fonte identificadas.

Conteúdo editorial: Equipe Bolsas de Estudos Fácil · 10/10/2026.

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