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Meio ambiente · GUIA DA PROFISSÃO

Especialista em proteção territorial: conheça a profissão e seus caminhos.

O especialista em proteção territorial planeja, coordena e analisa a proteção de terras indígenas na Funai — nível superior, distinto do agente de proteção territorial já publicado.

NO DIA A DIA

O que faz um especialista em proteção territorial?

O especialista em proteção territorial planeja, coordena e analisa a proteção de terras indígenas na Funai — nível superior, distinto do agente de proteção territorial já publicado. A rotina muda conforme o setor, a organização e a experiência profissional.

  • Elaborar planejamento operacional e escala das equipes de agentes de proteção territorial.
  • Analisar plano de trabalho de fiscalização, desintrusão e manejo do fogo na terra indígena.
  • Sistematizar registro de campo e parecer da Diretoria de Proteção Territorial da Funai.

Onde pode trabalhar?

  • Diretoria de Proteção Territorial da Funai, na unidade central
  • Coordenações Regionais da Funai
  • Frentes de Proteção Etnoambiental
  • Terras indígenas das unidades descentralizadas, quando o plano pede campo
REMUNERAÇÃO COM CONTEXTO

Quanto ganha um especialista em proteção territorial?

O Portal Salário não isola especialista em proteção territorial. Agente de proteção territorial, já publicado, mede outro nível.

DA CURIOSIDADE À FORMAÇÃO

Como começar nesse caminho?

O perfil de especialista na Funai pede graduação reconhecida pelo MEC; o agente já publicado, no mesmo tema, pede ensino médio. Não há curso correspondente neste catálogo: Gestão Ambiental ou Agronomia podem somar repertório, sem criar atalho. A capacitação operacional vem da Diretoria de Proteção Territorial — planejamento, geoprocessamento, manejo integrado do fogo e legislação indigenista. A Constituição, art. 231, reconhece as terras indígenas; a Lei 6.001/1973 (Estatuto do Índio) e o Decreto 9.010/2017 organizam a Funai e a DPT. Seleção temporária observa a Lei 8.745/1993 e o edital do PSS.

O título mais estável nos documentos oficiais é o da Funai, na Diretoria de Proteção Territorial do Decreto 9.010/2017. O especialista coordena e analisa; o agente executa a trilha. Editais temporários (Lei 8.745/1993) pedem diploma superior, disponibilidade para deslocamento e, quando houver condução, CNH. Não há conselho de classe para o nome. Quem só percorre a terra sob escala de agente ocupa o ofício já publicado, de outra escolaridade. Polícia Federal e Ibama não se confundem com este recorte da DPT.

PERGUNTAS FREQUENTES

Perguntas frequentes sobre especialista em proteção territorial

O que faz um especialista em proteção territorial?

O especialista em proteção territorial planeja, coordena e analisa a proteção de terras indígenas na Funai: monta escala, lê plano de fiscalização e sistematiza o campo. Não substitui o agente de proteção territorial, já publicado, que percorre a terra sob comando. A Diretoria de Proteção Territorial, no Decreto 9.010/2017, é o órgão que supervisiona a linha. A Constituição, art. 231, reconhece as terras; a Lei 6.001/1973 disciplina o Estatuto do Índio.

Quanto ganha um especialista em proteção territorial?

Não há série isolada para este nível. A fonte salarial usada no site não separa o especialista em proteção territorial; o agente já publicado mede outro encargo e outra escolaridade. O pagamento documentado é o do edital da Funai ou o da seleção de conservação que usar o nome, com o vencimento daquele certame. Não se publica aqui cifra de carteira nem valor de PSS.

Precisa de faculdade para ser especialista em proteção territorial?

No perfil da Funai, o especialista pede graduação reconhecida pelo MEC; o agente da mesma diretoria pede ensino médio. Nenhum conselho emite carteira para o título, e este catálogo não tem curso correspondente. A Lei 8.745/1993 e o edital do PSS fixam escolaridade, idade e aptidão. CNH entra apenas se o certame exigir dirigir viatura oficial. Diploma isolado, sem seleção, não lotação na DPT.

Quais são as áreas de atuação de um especialista em proteção territorial?

Na Funai, a lotação cobre a unidade central da Diretoria de Proteção Territorial, as Coordenações Regionais e as Frentes de Proteção Etnoambiental. As frentes de análise são fiscalização, desintrusão e manejo do fogo, com eventual campo na terra indígena. O recorte é de coordenação e parecer, não a execução cotidiana da trilha. Outros órgãos de conservação podem usar nome parecido, com outro comando institucional.

Outras profissões para explorar

Fontes consultadas

As referências abaixo sustentam formação, regulamentação e, quando houver, remuneração desta ficha. Números salariais só aparecem com ocupação e fonte identificadas.

Conteúdo editorial: Equipe Bolsas de Estudos Fácil · 10/10/2026.

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