O que faz um analista em ciência e tecnologia?
O analista em ciência e tecnologia organiza gestão, planejamento e infraestrutura que sustentam a pesquisa nas instituições federais de C&T. A rotina muda conforme o setor, a organização e a experiência profissional.
- Apoiar a direção e o planejamento de projetos de pesquisa e desenvolvimento nas unidades de ciência e tecnologia.
- Controlar prazos, orçamento e indicadores dos programas científicos sob responsabilidade da unidade.
- Organizar o suporte administrativo da instituição: convênios, compras de pesquisa e relatórios de gestão.
Onde pode trabalhar?
- Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)
- Institutos e unidades federais de pesquisa, como INPE, INPA e Museu Paraense Emílio Goeldi
- CNPq, Capes e demais entidades do plano da Lei nº 8.691/1993
- Centros de C&T das Forças Armadas e outros órgãos listados no artigo 1º da mesma lei
Quanto ganha um analista em ciência e tecnologia?
A carreira de analista em ciência e tecnologia é pública (ICT e MCTI), com tabela própria. Não há série CLT utilizável na fonte consultada.
Como começar nesse caminho?
Não existe graduação com este nome: o cargo pertence à Carreira de Gestão, Planejamento e Infraestrutura em Ciência e Tecnologia, da Lei nº 8.691/1993, e o edital é que aponta a área aceita. O analista não substitui o pesquisador nem o tecnologista do mesmo plano; o artigo 11 reserva a ele o apoio à direção, à coordenação, ao planejamento e ao suporte administrativo das instituições de C&T. Administração, Gestão Pública, Economia e cursos de exatas aparecem com frequência nos certames, e a pós-graduação conta na progressão das classes prevista no artigo 13. Esta página não vincula um curso único, porque a carreira não se amarra a uma habilitação profissional isolada.
O acesso ao cargo efetivo é por concurso público, nos termos do artigo 37, inciso II, da Constituição e da Lei nº 8.112/1990. A Lei nº 8.691/1993, artigo 13, exige ensino superior completo para o Analista em Ciência e Tecnologia; a classe inicial e as qualificações específicas vêm do edital, que também pode pedir provas e títulos. Não há conselho de classe deste título. Pesquisador e tecnologista são carreiras distintas do mesmo plano e não se confundem com este recorte de gestão. Nomeação, posse e estágio probatório seguem o regime estatutário federal; a lei descreve o caminho, sem assegurar classificação no certame.
Perguntas frequentes sobre analista em ciência e tecnologia
O que faz um analista em ciência e tecnologia?
O analista em ciência e tecnologia apoia direção, planejamento e infraestrutura da pesquisa, sem executar o experimento de bancada. O artigo 11 da Lei nº 8.691/1993 reserva a essa carreira o suporte à coordenação, ao controle e à avaliação de projetos nas instituições federais de C&T. Na unidade ele organiza convênio, orçamento, indicador e relatório. Pesquisador e tecnologista do mesmo plano fazem outro trabalho.
Quanto ganha um analista em ciência e tecnologia?
O pagamento segue a tabela do plano federal de C&T, não uma média de carteira assinada. A Lei nº 8.691/1993 organiza essa carreira, e o vencimento muda com a classe, a gratificação e a lei orçamentária vigente. Cada ICT aplica o padrão da lotação. Sem série CLT isolada, esta página omite cifra de mercado.
Precisa de faculdade para ser analista em ciência e tecnologia?
Sim: o artigo 13 da Lei nº 8.691/1993 exige ensino superior completo para o Analista em Ciência e Tecnologia. O edital define a área aceita e pode pedir provas e títulos; a classe inicial cobra as qualificações daquela seleção. Não há conselho que registre este título. O diploma habilita a inscrição no certame, sem substituir a nomeação da Lei nº 8.112/1990.
Quais são as áreas de atuação de um analista em ciência e tecnologia?
Os postos estão nos órgãos e entidades do artigo 1º da Lei nº 8.691/1993, a começar pelo MCTI e pelas ICTs federais. CNPq, Capes e institutos como INPE, INPA e Museu Paraense Emílio Goeldi concentram boa parte das lotações. Centros de C&T das Forças Armadas também integram o plano. O recorte é gestão da pesquisa, não a bancada do experimento.
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Fontes consultadas
As referências abaixo sustentam formação, regulamentação e, quando houver, remuneração desta ficha. Números salariais só aparecem com ocupação e fonte identificadas.
Conteúdo editorial: Equipe Bolsas de Estudos Fácil · 10/10/2026.