O que faz um analista de tecnologia militar?
O analista de tecnologia militar avalia sistemas, materiais e projetos de apoio às operações das Forças Armadas, em cargo civil da Carreira de Tecnologia Militar. A rotina muda conforme o setor, a organização e a experiência profissional.
- Analisar e avaliar sistemas, programas e projetos de apoio às operações e aos meios militares.
- Acompanhar desenvolvimento, manutenção e modernização de estruturas, sensores, munições e equipamentos.
- Registrar ensaio, protocolo e dossiê técnico nas organizações militares de lotação.
Onde pode trabalhar?
- Organizações militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica
- Centros de pesquisa e de desenvolvimento das Forças Armadas
- Laboratórios de metrologia, química e controle de qualidade militar
- Arsenais, bases logísticas e unidades de manutenção de meios
Quanto ganha um analista de tecnologia militar?
O Portal Salário não cobre analista de tecnologia militar. A função está em quadro das Forças Armadas ou da defesa, sem média CLT isolada.
Como começar nesse caminho?
O acesso passa pelo concurso previsto na Lei 9.657/1998, que criou a Carreira de Tecnologia Militar nas Forças Armadas, e não um curso civil único. A Lei 11.355/2006 passou a admitir certames por área de formação — física, química, arquitetura, meteorologia, farmácia e outras previstas no texto. O Decreto 4.492/2002 regula a carreira e deixa ao Comando da Força a lotação. Depois da posse, o servidor civil se submete ao estatuto dos servidores federais (Lei 8.112/1990). Não há curso militar correspondente no catálogo desta instituição.
A investidura depende de concurso, conforme a Lei 9.657/1998 alterada pela Lei 11.355/2006. Pede-se graduação na especialidade aberta no certame; o cargo é civil, distinto do posto de oficial ou de praça. O vínculo segue o estatuto federal. Química, quando pedida no aviso, pode exigir CRQ; o título em si não tem conselho.
Perguntas frequentes sobre analista de tecnologia militar
O que faz um analista de tecnologia militar?
O analista de tecnologia militar avalia sistemas, programas e projetos de apoio às operações e aos meios das Forças Armadas. A Lei 9.657/1998 criou a carreira; a Lei 11.355/2006 detalhou atribuições que vão de sensores e munições a ensaios de física, química e meteorologia. O Decreto 4.492/2002 deixa ao Comando da Força a lotação do servidor, e o cargo é civil: analisa e registra o dossiê técnico, sem exercer comando militar.
Quanto ganha um analista de tecnologia militar?
A remuneração é a do quadro civil da União, fixada em lei, e não uma média de mercado. A Lei 9.657/1998 criou também a Gratificação de Desempenho de Atividade de Tecnologia Militar, parcela típica dessa carreira. Cada reajuste e cada tabela saem de norma federal, não de convenção coletiva. A fonte CLT consultada não isola este título, então não há cifra de mercado nesta página.
Precisa de faculdade para ser analista de tecnologia militar?
O edital pede graduação na especialidade aberta no certame, porque o cargo é de nível universitário. A Lei 11.355/2006 autoriza provas por área de formação — não há um curso único, nem engenharia obrigatória. O aprovado ingressa como servidor civil do estatuto federal, distinto do oficial de carreira. Registro de classe (CRQ, por exemplo) só aparece se o aviso daquela vaga o exigir.
Quais são as áreas de atuação de um analista de tecnologia militar?
A lotação fica em organização militar do Exército, da Marinha ou da Aeronáutica, conforme o Comando da Força (Decreto 4.492/2002). Há postos em centro de pesquisa, laboratório de metrologia e de química, arsenal e base logística. O recorte do aviso — projeto de sistema, ensaio de material ou meteorologia — define a unidade. Fora desse quadro, o nome não cobre vaga privada de defesa.
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Fontes consultadas
As referências abaixo sustentam formação, regulamentação e, quando houver, remuneração desta ficha. Números salariais só aparecem com ocupação e fonte identificadas.
Conteúdo editorial: Equipe Bolsas de Estudos Fácil · 10/10/2026.